dinâmica de segurança emergente em torno das vulnerabilidades críticas do PHP divulgadas em outubro de 2026, conhecidas coletivamente como PHP2Shell. Argumenta-se que a publicação de uma correção (patch) para uma falha grave deixou de ser um evento exclusivamente defensivo. Com o auxílio de modelos de inteligência artificial de fronteira, agentes maliciosos passaram a realizar engenharia reversa acelerada dos patches, identificando a lógica da correção para construir exploits